A nova pesquisa Genial/Quaest divulgada neste domingo revelou mudanças importantes na percepção do eleitorado sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro. Segundo o levantamento, 45% dos entrevistados afirmam que Bolsonaro não deveria ser preso, enquanto 48% defendem a prisão do ex-chefe do Palácio do Planalto. Outros 7% disseram não saber ou preferiram não responder.
Os números mostram uma mudança em relação ao cenário registrado no fim de 2025. Em dezembro daquele ano, 55% defendiam a prisão de Bolsonaro, enquanto 40% se posicionavam contra. A nova rodada da pesquisa aponta redução no apoio à punição do ex-presidente e crescimento entre os que rejeitam a possibilidade de prisão.
O levantamento também identificou alterações entre os próprios eleitores do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Entre os apoiadores do petista, caiu de 87% para 80% o percentual dos que defendem a prisão de Bolsonaro. Já os que consideram que o ex-presidente não deveria ser preso passaram de 10% para 13%.
Entre os eleitores ligados ao ex-presidente, o índice dos que defendem eventual prisão caiu de 14% para 9%, consolidando ainda mais a resistência do grupo bolsonarista às investigações envolvendo a suposta tentativa de golpe.
Outro dado que chamou atenção no levantamento foi o crescimento do número de brasileiros que acreditam que Bolsonaro não teve envolvimento na trama golpista investigada pelas autoridades. Atualmente, 41% dos entrevistados afirmam que o ex-presidente não participou da articulação, maior percentual já registrado pela série histórica da pesquisa. Entre dezembro de 2024 e setembro de 2025, esse índice variava entre 34% e 36%.
A pesquisa foi encomendada pela Genial Investimentos e ouviu 2.004 pessoas em todas as regiões do país entre os dias 8 e 11 de maio. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.
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