Marco Rubio, que ocupa cargo de secretário na administração de Donald Trump, voltou a afirmar que as denúncias de OVNIs (objetos voadores não identificados) merecem atenção urgente. Em entrevista recente, ele afirmou que já há evidências suficientes para justificar uma investigação profunda — não apenas por curiosidade, mas por questões de segurança nacional. “Há objetos sobrevoando o espaço aéreo restrito e sensível dos EUA, e eles alegam que não nos pertencem”, declarou.

Rubio alertou que, se os avistamentos não forem explicados, podem representar um salto tecnológico de adversários estrangeiros. Para ele, isso seria uma “péssima notícia” que poderia pegar os Estados Unidos de surpresa, comprometendo sua superioridade estratégica.

Rubio exige apuração séria do fenômeno

O secretário comentou sobre as afirmações de denunciantes como David Grusch, que disse ter testemunhado um programa sigiloso por parte do governo dos EUA para recuperar destroços de OVNIs e realizar engenharia reversa. Grusch também afirmou que foram encontradas “substâncias biológicas não humanas” em alguns desses locais.

Rubio resumiu assim sua avaliação: “Ou o que ele está dizendo é verdade, ou parcialmente verdade, ou temos pessoas muito qualificadas, em posições altas e com altíssimo nível de segurança, dizendo mentiras ou obcecadas por algo que não existe. Qualquer uma das duas opções é grave.”

Estigma dificulta credibilidade

Segundo ele, o maior obstáculo para dar credibilidade a esses relatos é o estigma que o tema ainda carrega. Rubio questionou por que pessoas muito sérias e com acesso a informações privilegiadas dariam declarações tão extraordinárias apenas por inventar algo. “Qual seria o incentivo?”, perguntou.

Transparência é essencial, segundo Rubio

Para o secretário, sem total transparência do governo, talvez nunca se saiba o que é real e o que não é. Ele afirmou que, sem acesso irrestrito aos arquivos e às provas, as conclusões permanecerão no campo da especulação — um risco que ele considera inaceitável para a segurança nacional.

Fonte: Clique aqui

Créditos do autor: