A definição da chapa majoritária governista para as eleições de 2026 na Bahia, formada pelo governador Jerônimo Rodrigues (PT), pelo senador Jaques Wagner (PT) e pelo ministro-chefe da Casa Civil, Rui Costa (PT), foi tomada a partir de um cálculo político claro: maximizar as chances de vitória e fortalecer o projeto do PT no estado.
A avaliação é do secretário nacional de Comunicação do PT, Éden Valadares, que comentou o cenário em entrevista à TV Band Bahia e à Rádio BandNews nesta segunda-feira (9).
Estratégia eleitoral
Segundo Éden, a composição da chapa não foi fruto de conveniências internas, mas de uma análise estratégica baseada em dados eleitorais e projeções de desempenho. Para ele, trata-se da formação mais competitiva do campo governista no atual cenário político baiano.
“O critério foi simples: escolher a chapa com maior capacidade de vencer a eleição, fortalecer o projeto político e garantir estabilidade para governar”, afirmou.
Bahia como pilar do projeto nacional
O dirigente destacou que um dos principais objetivos da chapa é ampliar a votação do presidente Lula na Bahia, considerada decisiva no cenário nacional.
“A Bahia sempre foi fundamental para Lula. Desde 2002, o povo baiano tem dado votações expressivas. Em um cenário nacional mais desafiador, o Nordeste e a Bahia terão novamente um papel central”, declarou Éden.
Reeleição de Jerônimo
Éden também ressaltou que a reeleição de Jerônimo Rodrigues é tratada como prioridade absoluta pelo grupo político. Segundo ele, o governador simboliza a continuidade de um projeto que vem promovendo mudanças estruturais no estado.
“Há transformações em curso, especialmente na educação e na saúde. Jerônimo representa esse compromisso com o desenvolvimento e com a melhoria da vida do povo baiano”, disse.
Ampliação da base no Congresso
Outro ponto central da estratégia, conforme o dirigente, é o fortalecimento das bancadas aliadas no Senado e na Câmara dos Deputados. Para Éden, a chapa majoritária influencia diretamente o desempenho das candidaturas proporcionais.
“Pesquisas internas do PT, de partidos aliados e levantamentos independentes indicam que essa chapa cresce mais, fortalece Lula, garante uma reeleição mais segura ao governador e amplia nossa base no Congresso”, argumentou.
Resposta às críticas internas e externas
Ao rebater críticas sobre uma suposta imposição do PT, Éden Valadares foi direto. Segundo ele, o histórico do partido desmonta esse discurso.
“O PT já apoiou nomes de outras siglas, como Lídice da Mata, João Durval, Otto Alencar e Angelo Coronel. Essa narrativa de que o PT quer tudo não se sustenta”, afirmou.
Para encerrar, Éden reforçou que a escolha da chapa busca garantir vantagem desde o início da disputa eleitoral.
“É a formação que cria maior expectativa de vitória e nos coloca em posição favorável logo na largada do processo eleitoral”, concluiu.
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