Médico afirma que presidente pode retomar agenda após alta e recomenda evitar grandes eventos nos próximos dias; recuperação não exige medicação específica nem restrições mais severas
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) deverá usar curativo e chapéu por cerca de 1 mês depois de passar por 2 procedimentos médicos nesta 6ª feira (24.abr.2026), segundo o cardiologista Roberto Kalil Filho. A medida faz parte do processo de cicatrização depois da retirada de uma lesão no couro cabeludo, realizada no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo.
“Ficou uma ferida operatória. Isso demora mais ou menos 1 mês para cicatrizar. Então, por coerência, usar chapéu, curativo”, afirmou Kalil. Apesar do cuidado, ele disse que Lula está liberado para retomar a rotina, incluindo compromissos de campanha, com a recomendação de evitar grandes eventos nos próximos dias.
A equipe médica retirou um acúmulo de pele (queratose) no couro cabeludo de Lula e realizou uma infiltração no punho para o tratamento de uma tendinite no dedo polegar da mão direita. De acordo com Kalil, o presidente deixará o Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, por volta das 12h desta 6ª feira (24.abr).
Segundo Kalil, a lesão retirada é do tipo carcinoma basocelular, o mais comum entre os cânceres de pele, associado à exposição solar ao longo dos anos. “É uma lesão localizada, isso não espalha para nenhum lugar”, afirmou. O material foi encaminhado para biópsia, e o resultado deve sair nos próximos dias.
A recuperação, segundo a equipe médica, não exige medicação específica nem restrições mais severas. “O cuidado é curativo, chapéu e pronto”, afirmou Kalil.
Sobre a infiltração no punho, o médico disse só que foi um procedimento simples para tratar a inflamação.
“Sempre de bom humor, daqui a pouco vai para casa e segue sua vida”, disse Ana Helena Germoglio, médica do presidente ao ser questionada por jornalistas sobre como estava Lula. Kalil disse não haver “nenhuma restrição”.
Kalil afirmou que o procedimento no couro cabeludo de Lula já estava programado. Não tem a ver com a queda de outubro de 2024.
Fonte: Clique aqui
Créditos do autor: Poder360 ·
Créditos da imagem: Reprodução/Divulgação



































