A taxa de desemprego dos brasileiros caiu em 2 das 27 unidades da federação (UFs) no terceiro trimestre, e ficou estável nos demais. A desocupação no país no período ficou em 5,6%, a menor da série iniciada em 2012.

As menores taxas de desemprego no 3º trimestre foram registradas nos estados de Santa Catarina e Mato Grosso, ambas com 2,3%. Na outra ponta, Pernambuco (10%) e Amapá (8,7%) registraram as maiores.

Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (14) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) e pertencem a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua Trimestral (Pnad Contínua).

Taxa de desemprego por estado

UF 2T 2025 3T 2025
Pernambuco 10,4 10
Amapá 6,9 8,7
Bahia 9,1 8,5
Distrito Federal 8,7 8
Alagoas 7,5 7,7
Sergipe 8,1 7,7
Amazonas 7,7 7,6
Piauí 8,5 7,5
Rio Grande do Norte 7,5 7,5
Rio de Janeiro 8,1 7,5
Acre 7,3 7,4
Paraíba 7 7
Pará 6,9 6,5
Ceará 6,6 6,4
Maranhão 6,6 6,1
Brasil 5,8 5,6
São Paulo 5,1 5,2
Roraima 5,9 4,7
Goiás 4,4 4,5
Minas Gerais 4 4,1
Rio Grande do Sul 4,3 4,1
Tocantins 5,3 3,8
Paraná 3,8 3,5
Mato Grosso do Sul 2,9 2,9
Espírito Santo 3,1 2,6
Rondônia 2,3 2,6
Mato Grosso 2,8 2,3
Santa Catarina 2,2 2,3

Desemprego é maior para mulheres e negros

A taxa de desemprego foi de 4,5% para os homens e 6,9% para as mulheres no terceiro trimestre de 2025. Por cor ou raça, essa taxa ficou abaixo da média nacional para os brancos (4,4%) e acima para os pretos (6,9%) e pardos (6,3%).

A taxa de desocupação para as pessoas com ensino médio incompleto (9,8%) é maior que as dos demais níveis de instrução. Para as pessoas com nível superior incompleto, a taxa ficou em 5,8%, quase o dobro da verificada para quem tem nível superior completo (3%).

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