CAMPANHA COMBATE Á DENGUE E ÁRBOVIROSES

O secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Scott Bessent, declarou nesta quinta-feira (8) que as maiores empresas petrolíferas provavelmente terão um ritmo de investimento mais lento na Venezuela, enquanto as companhias petrolíferas independentes ou de exploração de petróleo provavelmente agirão com mais rapidez.

Bessent, em discurso durante evento do Clube Econômico de Minnesota, afirmou que o papel do Tesouro seria o de remover as sanções contra diversas instituições na Venezuela, ao mesmo tempo em que imporia novas sanções contra outras.

“E, então, o Tesouro supervisionará – à medida que as vendas de ativos do petróleo forem concluídas –, a conta”, comentou Bessent, acrescentando que o Tesouro administraria a despesa de fundos de volta para a Venezuela sob a direção do presidente Donald Trump e do secretário de Estado Marco Rubio.

A Venezuela é o país latino-americano rico em petróleo cujo líder de longa data, Nicolás Maduro, foi capturado por forças americanas no último fim de semana e levado a Nova York para responder por acusações de tráfico de drogas.

Na ocasião do discurso, Bessent pontuou ainda que o início antecipado da temporada de declaração de impostos de 2026 no país proporcionará um impulso à economia dos EUA, permitindo que os benefícios das isenções fiscais aprovadas pelos republicanos cheguem rapidamente aos norte-americanos.

Ele afirmou que o Internal Revenue Service (IRS, equivalente à Receita Federal) começará a aceitar declarações de impostos em 26 de janeiro, um dos inícios mais precoces em uma década.

Bessent pediu que o Federal Reserve (o banco central dos EUA) tenha uma “mente aberta” ao definir a política monetária e “faça sua parte” para ajudar a estimular o investimento.

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