Interior paulista concentrou 60% das ocorrências registradas pelas forças de segurança em março de 2026
O Estado de São Paulo registrou a apreensão de 40 toneladas de drogas entre janeiro e março de 2026, segundo balanço divulgado pelas forças de segurança. O resultado foi atribuído ao aumento das operações em rodovias estaduais e à atuação conjunta entre polícias estaduais e órgãos federais, de acordo com dados divulgados pela Agência SP na 2ª feira (4.mai.2026)
A maconha foi a droga mais apreendida no período, com 25,8 toneladas recolhidas. Já cocaína e crack somaram 9,1 toneladas.
De acordo com o comandante da Polícia Militar Rodoviária, coronel Hugo Araújo Santos, as ações têm foco no combate ao tráfico interestadual e no monitoramento de cargas e veículos suspeitos.
“As operações são planejadas a partir da análise dos dados criminais, com distribuição estratégica do policiamento e bloqueios em pontos críticos”, afirmou.
APREENSÕES DE DROGAS
Além das apreensões de drogas, o Estado contabilizou 33,3 mil prisões em flagrante no 1º trimestre deste ano, crescimento de 3,6% em relação ao mesmo período de 2025. As forças de segurança também apreenderam 3.157 armas ilegais e recuperaram 10.610 veículos.
Somente em março, foram retiradas de circulação 13,8 toneladas de entorpecentes. O interior paulista teve a maior parte das ocorrências, com 8,2 toneladas — 60% do total apreendido no mês.
Uma das operações foi realizada em Porangaba, onde policiais apreenderam 422 kg de pasta base de cocaína na rodovia Presidente Castello Branco em 2 de março. Três suspeitos foram presos em flagrante.
Na Baixada Santista, a Polícia Civil investigou um esquema de distribuição de drogas conhecido como “consórcio do tráfico” e apreendeu 360 kg de crack em 11 de março. Seis pessoas foram presas.
Em outra ação, realizada em Marília, a Polícia Militar Rodoviária e a Ficco (Força Integrada de Combate ao Crime Organizado), ligada à Polícia Federal, apreenderam 750 kg de maconha na rodovia Comandante João Ribeiro de Barros. Segundo as autoridades, a carga causou prejuízo estimado em R$ 3,7 milhões às organizações criminosas.
Este texto foi publicado originalmente pela Agência SP, em 4 de maio de 2026. O conteúdo é livre para republicação, citada a fonte, e foi adaptado para o padrão do Poder360.
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