Ministro admite falha na cobrança sobre compras internacionais e afirma que PT explorará relação entre Flávio Bolsonaro e Daniel Vorcaro na corrida presidencial
O ministro das Relações Institucionais, José Guimarães (PT), afirmou na 2ª feira (18.mai.2026) que a chamada “taxa das blusinhas” foi um erro do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O ministro declarou ainda que o PT usará o escândalo envolvendo o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro como tema central da disputa presidencial. As declarações foram feitas em entrevista à Folha de S.Paulo.
“A ‘taxa das blusinhas’ não deveria ter sido criada, e eu me penitencio porque era líder do governo no Congresso”, afirmou o ministro.
Segundo Guimarães, a tributação atingiu principalmente famílias de baixa renda e consumidores da classe média baixa que compram produtos básicos pela internet, como capinhas de celular e canetas. O ministro afirmou que o impacto da medida na arrecadação era pequeno e disse ter atuado internamente para convencer o governo a revogar a cobrança.
“Ela atingiu setores populares e a classe média baixa, e o impacto na arrecadação era mínimo. Foi uma medida que não deveria ter sido adotada, e eu me empenhei para revertê-la porque prejudicava as famílias”, disse.
A medida provisória que zerou a tributação foi assinada na 3ª feira (12.mai.2026). A MP foi assinada pelo presidente em reunião fechada, sem acesso da imprensa, e a medida não havia sido divulgada previamente na agenda pública presidencial. Segundo Guimarães, o processo de convencimento dentro do governo durou cerca de 1 mês.
FLÁVIO E VORCARO EM PAUTA
O ministro também comentou sobre mensagens e áudios atribuídos a Flávio Bolsonaro, divulgados pelo Intercept Brasil na 4ª feira (13.mai.2026), nos quais o senador cobraria dinheiro de Daniel Vorcaro para financiar o filme biográfico do ex-presidente Jair Bolsonaro, “Dark Horse”. Guimarães afirmou que o PT pretende explorar o caso durante a campanha presidencial de 2026.
“O que não queremos é que culpas que não são do governo caiam no nosso colo, como no caso do Banco Master. Não se pode sustentar uma candidatura com mentiras”, declarou.
Guimarães disse que “o país precisa ser passado a limpo” e afirmou que a imagem de Flávio Bolsonaro “ruiu” depois das revelações.
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Créditos do autor: Poder360 ·
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