Ao todo, 22 deputados e 4 senadores formalizaram apoio à abertura da investigação sobre o caso, que atinge o presidente do PP
O Progressistas, partido do senador Ciro Nogueira (PP-PI), teve 22 deputados e 4 senadores que assinaram, em 3 de fevereiro de 2026, um pedido de criação da CPMI (Comissão Parlamentar Mista de Inquérito) para investigar o caso do Banco Master. O congressista, que é presidente da sigla, foi alvo de uma operação da Polícia Federal nesta 5ª feira (7.mai.2026) que investiga um suposto esquema de corrupção, lavagem de dinheiro e favorecimento político envolvendo o senador e Daniel Vorcaro.
Segundo a investigação, Vorcaro teria concedido vantagens econômicas ao senador em troca de atuação favorável do congressista a interesses ligados ao grupo econômico do Banco Master.
O pedido de abertura da CPMI para investigar o caso Master foi assinado por 280 congressistas, número acima do mínimo exigido: 171 deputados e 27 senadores, totalizando 198 parlamentares — o equivalente a ⅓ da Câmara e do Senado. Agora, a criação da comissão depende apenas da leitura do requerimento em sessão conjunta da Câmara e do Senado. A decisão cabe ao presidente do Congresso, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), que ainda não definiu uma data.
A bancada do PP conta com 47 deputados na Câmara e 7 senadores no Senado. Entre os congressistas do partido que apoiaram a criação da CPMI estão:
A defesa do senador Ciro Nogueira afirmou que repudia “qualquer ilação de ilicitude” envolvendo a atuação do congressista e declarou que ele não teve participação em atividades ilícitas nem nos fatos investigados pela Polícia Federal.
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