Os magistrados concluíram que a defesa do empresário apontou contradições que enfraqueceram a palavra da vítima, portanto, a dúvida sobre a autoria dos fatos deveria dar benefício ao réu, levando à absolvição.
Em nota, a defesa de Brennand disse que a decisão “reforça que acusações precisam estar amparadas em provas e depoimentos consistentes”. Além disso, destacou que a “isolada palavra da mulher não deve sustentar uma acusação, ainda mais sob a forte suspeita de conluio para fins escusos”.
Segundo informações do g1, a defesa da vítima recorreu da decisão no Superior Tribunal de Justiça.
O empresário está preso desde 2023 e responde a condenações de 10 anos e seis meses por estupro contra uma mulher estrangeira, de um ano e oito meses por uma agressão contra a modelo Helena Gomes e 10 anos e seis meses de prisão um estupro com violência física e grave ameaça.
Em 2024, ele foi absolvido na segunda instância de uma acusação de estupro contra uma massagista. Brennand é réu em outros oito processos.
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